quinta-feira, 7 de junho de 2012

História - com Sinara Mesquita

Curiosidades - Negros no exército nazista




Pode parecer brincadeira, ou até mesmo informação falsa. Mas não é. Sim, há registros de negros que lutaram pelos exércitos nazista durante a Segunda Grande Guerra. Devo admitir que não achei muitos registros, mas me lembro de um debate que participei em um grupo sobre Segunda Guerra Mundial, muito tempo atrás, e o que foi dito era que casos como esse foram comuns quando o contingente de soldados era escasso. Não foi a única vez que os alemães fizeram isto. No fim da guerra, quando Berlim estava caindo e sendo invadida pelos aliados em 1945, Hitler convocou as crianças para lutarem até o último "homem". A Juventude Hitlerista abrangia até meninas.
Outros casos parecidos com esse foram registrados. Como soldados indianos, e japoneses oficiais (no caso dos japoneses pode parecer menos absurdo, já que Alemanha e Japão eram aliadas na Segunda Guerra, porém há registros de Hitler declarando que a "raça amarela" poderia ser um grande obstáculo na dominação mundial [vide post sobre os nazistas na Amazônia]). Entre outros casos.

Algumas outras fotos:
Japonês oficial nazista:
http://img338.imageshack.us/img338/7610/maisnoarianosnoexrciton.jpg

Imigrantes nazistas?:
http://img202.imageshack.us/img202/2517/soldadosdass.jpg

Negro com uniforme nazista:
http://forum.axishistory.com/files/kolonialtagung_in_bremen_1938.jpg

Indianos nazistas:
http://robertlindsay.files.wordpress.com/2010/01/bundesarchiv_bild_101i-823-2704-10a_soldaten_der_legion_freies_indien.jpg




Sinara Mesquita

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cinema - com Leudiane Azevedo


CINEMA !

RAUL SEIXAS: O INÍCIO, O FIM E O MEIO (Brasil,2012)




Documentário sobre vida e obra do maior ícone do rock brasileiro, desvendando suas diversas facetas, suas parcerias com Paulo Coelho, seus casamentos e seus fãs, que ele continua a mobilizar 20 anos depois de sua morte 




Leudi Azevedo

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Tendência - com Lidiane Ribeiro


Oii gente, hoje eu vou falar um pouco sobre TENDÊNCIAS que é a minha paixão. E para começar,  vou escrever sobre como disfarçar a barriguinha que tanto incomoda !

Truques de moda para disfarçar a barriguinha
Quem tem barriguinha, ou seja, quase todo mundo, também pode se vestir - e muito - bem! Veja algumas dicas de moda práticas e simples para usar peças que são TENDENCÊNCIA de moda e arrasar.

Saia de cintura alta e colete
Um dos truques para camuflar a barriguinha é a saia de cintura alta, que não marca a barriga se você colocar uma regata por dentro do short ou da saia. Use por cima uma camisa aberta, que pode ser xadrez ou jeans.

Além da saia, o uso do colete, peça-chave para esconder a barriguinha. Prefira modelos de tecido mais estruturado como o jeans!

Jaqueta colorida

Quando for uma jaqueta colorida, prefira uma peça mais acinturada e combine com uma blusa mais larguinha por baixo. Isso valoriza a sua cintura e disfarça o volume nessa parte do corpo!

Blusa cropped

Para usar a blusa cropped, escolha um modelo mais comprido, que tampe a barriga, e de cor escura.

Camisa jeans

Invista numa camisa jeans escura e longa, que disfarça a barriga. Por baixo, use blusa escura com gola em V. Dobre as mangas da camisa. Quanto mais você mostrar braços e pescoço, mais a sua silhueta vai parecer alongada.

Camadas

Não é de hoje que ele está bombando por aí. Os babados na horizontal tendem a aumentar a proporção do seu corpo. Por isso, se você tem barriguinha, prefira os de tom escuro e de preferência lisos.

Vestido-tulipa

O modelo tulipa, é ótimo para esconder a barriga. O formato ovalado é largo justamente na região da barriguinha e dos quadris. Aposte naquela festa especial!

E ai aprenderão como disfarçar a barriguinha ? Agora é so colocar em prática e se jogar na TENDÊNCIA !!  

Lidiane Ribeiro

terça-feira, 22 de maio de 2012

Beleza e Saúde - com Larissa Barros




Como evitar o envelhecimento dos cabelos?


Não é a apenas a pele que envelhece com o tempo: o seu cabelo também sente os efeitos da passagem dos anos. À medida que o tempo passa, os fios tornam-se mais finos, secos e quebradiços.
A culpa está na perda de aminoácidos, que são essenciais para o cabelo. Os aminoácidos são as menores partículas em que se constituem as proteínas. A principal proteína do cabelo é a queratina. Ela, em conjunto com a Vitamina E e o selênio, proporcionam proteção aos cabelos.
Portanto, o envelhecimento dos fios (cabelos brancos) não é ocasionado somente por idade cronológica ou genética, mas também pela falta de vitalidade dos fios; e isso pode ocorrer em qualquer idade.

Como manter a vitalidade dos fios?

  • Proteger o cabelo do sol é a primeira regra contra os danos cronológicos. Os raios UV ainda são os maiores inimigos dos cabelos, pois reduzem a elasticidade dos fios além de ressecá-los e dar a eles uma aparência opaca.
  • Hidratar e usar produtos adequados ao tipo de cabelo. Isso pode restituir o brilho e ainda oferecer uma textura macia aos fios. Essa prática deve ser incorporada à rotina: pelo menos uma vez por semana, faça uma hidratação caseira. Além disso, reserve um tempinho para ir ao salão cuidar das madeixas de vez em quando.
  • Cauterizações têm o poder de nutrir os fios e fechar as cutículas do cabelo. Ou seja: além de auxiliar na retenção do frizz, seus cabelos terão os nutrientes que precisam.

Lifting Capilar

Reconstrói a elasticidade e a estrutura do cabelo, recuperando o brilho e a maciez. Previne o fotoenvelhecimento capilar (ação natural que ocorre no couro cabeludo em pessoas a partir dos 30 anos).
O processo se dá pela aplicação de um xampu específico, uma máscara de tratamento do produto denominado lipo recharges (à base de uma substância reconstrutora do couro cabeludo), de um complexo ativo vita refil composto de P-lipossomos (que age na prevenção do fotoenvelhecimento), além de outros cremes hidratantes fortalecedores.
Esse tipo de hidratação revitaliza o cabelo que perdeu matéria, com ardência no couro cabeludo, opaco e sem brilho, e tira o aspecto de fios cansados. Esse procedimento deve ser feito em salão de beleza.

Alimentos para os fios

Uma alimentação equilibrada e saudável é importante não só para a sua silhueta, mas também para a beleza da sua pele, unhas e cabelos. Problemas nutricionais deixam os cabelos secos, quebradiços e sem vida. E quando oleosos demais, podem ser sinal de uma dieta desequilibrada.
Deficiências de algumas vitaminas e minerais também causam prejuízos, como queda de cabelos.
  • Magnésio – é essencial na formação de proteínas como a queratina, que constitui os fios. Fontes: frutos do mar, abacate, melão, abacaxi, carambola e nozes.
  • Cálcio – a deficiência desse mineral torna os cabelos finos e quebradiços. Fontes: leite e derivados, tofu, salmão e sardinha.
  • Sódio – ajuda a controlar o teor de água dentro dos fios e dá brilho. Fontes: frutos do mar, tomate, aipo e tofu.
  • Potássio – é muito importante para manter a flexibilidade e a hidratação. Fontes: carnes magras, banana, pepino, uva, amêndoa e semente de girassol.
  • Zinco – é ele que dá a força aos cabelos. Fontes: carne, cogumelo, ovo, ostra e germe de trigo.

Larissa Barros

Estilos Musicais - com Flávio Alves




Arch Enemy é uma banda sueca de death metal com influências de thrash metal, formada em 1995. Tem uma distinção das outras bandas do gênero, por ter uma mulher como vocalista, o que é muito raro nas bandas de death metal, já que o vocal é gutural.
O Arch Enemy é uma das principais bandas deste subgênero do heavy metalque se convencionou chamar de 'death metal melódico', em virtude principalmente de elementos melódicos provenientes do heavy metal tradicional, do power metal, do heavy rock e até mesmo do hard rock dos anos 70 e 80. Neste sentido, uma das características principais do Arch Enemy são os riffs de guitarra compostos por Michael Amott, que são ao mesmo tempo pesados e melódicos.
Michael Amott era um dos integrantes do Carcass quando do lançamento do álbum Heartwork, de 1993, considerado o precursor do que seria mais tarde chamado de death metal melódico. Michael Amott também já foi integrante das bandas Carnage e Candlemass, e, actualmente, além do Arch Enemy, ele tem uma banda paralela chamada Spiritual Beggars, cujo som é baseado nas bandas de heavy rock dos anos 70, principalmente Deep Purple, Mountain eCaptain Beyond; as influências de Black Sabbath da fase de meados e final dos anos 70 também são latentes nos álbuns do Spiritual Beggars.
Em Janeiro de 2012,a banda anunciou a saída de Christopher Amott e escolheu o Guitarrista Nick Cordle para o seu lugar.


História
Primórdios e o álbum Black Earth (1996-1997)
Arch Enemy, a ideia de um novo projeto de Michael Amott (CarcassCarnage e Spiritual Beggars) foi originalmente formada quando o mesmo deixou o Carcass. Os guitarristas Michael Amott e seu irmão mais novo Christopher Amott (Armageddon) se juntaram com o vocalista Johan Liiva (ex-CarnageFurbowl, Furbowl|Devourment) e com o baterista Daniel Erlandsson (Eucharist) no que Michael Amott chamou de “uma tentativa de mesclar melodia com agressão e técnica”.

O primeiro álbum da banda, intitulado "Black Earth", foi lançado pela já falida Wrong Again Records em 1996. O álbum obteve um certo sucesso no Japão, tendo uma certa divulgação do primeiro single com o primeiro videoclip da banda, "Bury Me an Angel", apresentado na MTV, como também um certo sucesso na Suécia. A essa altura, o Arch Enemy era mais um “projeto solo” do que uma banda: Michael escrevia todas as músicas, e também tocava baixo nas gravações, ao contrário do que era divulgado no álbum, que tinha o vocalista Johan Liiva como o baixista. Michael Amott revelou, mais tarde, que ele teria divulgado a formação com Johan Liiva no baixo para deixar o Arch Enemy com uma aparência de uma “verdadeira banda”. Muitos consideram esse álbum o mais agressivo da banda, um traço que foi sofisticado com o passar do tempo, mas nunca abandonado.

 

 Stigmata, Burning Bridges e Gossow (1998-2000)

Após o lançamento do álbum Black Earth, a banda mudou de selo, assinando contrato com a Century Media. Em 1998, a banda lançou o álbum Stigmata, com novos integrantes, sendo eles o baixista Martin Bengtsson e o baterista Peter Wildoer. Esse álbum obteve um público e atenção maiores, ganhando popularidade na Europa e também na América. Esse também foi o primeiro álbum da banda lançado mundialmente.
Em 1999, mudança na formação. Sharlee D’Angelo substitui Martin Bengtsson e também sai o baterista Peter Wildoer, sendo substituído por, novamente na banda, Daniel Erlandsson, como membro oficial dessa vez. Burning Bridges, o terceiro álbum de estúdio da banda, foi lançado, já seguido do Burning Japan Live 1999, álbum ao vivo, primordialmente lançado somente no Japão, mas, a pedido dos fãs, teve também seu lançamento mundial. Durante a tour do Burning Bridges, Sharlee D’Angelo foi, temporariamente, substituído por Dick Lövgren (Meshuggah, ex-Armageddon) e depois por Roger Nilsson (ex-Spiritual Beggars, Firebird, The Quill). O álbum Burning Bridges marcou uma mudança no som da banda, com a opção, agora, de um som mais melódico, mantendo, ainda assim, o som pesado do Death Metal dos dois primeiros álbuns.
Em novembro de 2000, o vocalista Johan Liiva foi convidado a sair da banda, pois, segundo Michael Amott, a mesma precisava de um frontman mais dinâmico, e Liiva não tinha uma performance satisfatória, condizente com o resto da banda. Liiva foi substituído, sem muita demora, pela jornalista alemã e vocalista de death metal Angela Gossow, que havia entregue uma fita demo para Christopher Amott no começo do mesmo ano numa entrevista que Angela fez com Christopher. Gossow provou ser uma competente cantora e foi bem recebida pela maioria dos fãs.

Wages of Sin e Anthems of Rebellion (2001-2003)

O primeiro álbum lançado com Gossow no vocal foi o Wages of Sin, lançado em 2001. Em dezembro do mesmo ano, a banda participou do concerto “Japan’s Beast Feast 2002”, tocando ao lado de Slayer e Motörhead.
Anthems of Rebellion, segundo álbum com Gossow, foi lançado em 2003 e trouxe algumas inovações, como um segundo vocal cantando em harmonia com o de Gossow, como nas faixas End of the Line e Dehumanization. Em novembro do ano seguinte, 2004, a banda lançou o EP Dead Eyes See No Future

Doomsday Machine (2004-2006)

Em junho de 2005, a banda terminou a gravação do sexto álbum, Doomsday Machine. Em julho do mesmo ano, o guitarrista Christopher Amott deixou a banda para focar-se na sua vida pessoal. Foi substituído temporariamente pelo guitarrista Gus G. (ex-Dream Evil, Firewind), e depois por Fredrik Åkesson em setembro de 2005. Christopher retornou, permanentemente, em março de 2007, um pouco antes da banda entrar novamente nos estúdios para a gravação do novo álbum com o produtor Fredrik Nordström (que produziu álbuns de bandas como In Flames e Soilwork). Åkesson saiu para se tornar o guitarrista solo da banda Opeth, em maio de 2007. O primeiro álbum, Black Earth, foi relançado em 24 de abril de 2007, com Liiva no vocal.

Rise of the Tyrant

O sétimo álbum da banda, intitulado Rise of the Tyrant, foi lançado em 24 de setembro de 2007 na Europa e no dia seguinte nos EUA.Rise of the Tyrant ficou em 84º lugar no Billboard 200, ultrapassando o álbum Doomsday Machine, que ficou mais abaixo na parada, fazendo maior publicidade da banda. Gossow comentou que o álbum tem mais emoção e menos vocais duplos, como também menos processamento vocal, deixando o álbum mais "cru".[3]
A banda tocou no Bloodstock Open Air Festival em agosto de 2007, com Sabbat e In Flames, com o festival sendo comandado pela banda Lacuna Coil. Finntroll e a banda costa-riquenha Sight of Emptiness estavam entre as bandas do festival.[4] Depois, o Arch Enemy tocou na tour Black Crusade, no final de 2007, com as bandas Machine Head, Trivium, DragonForce e Shadows Fall. Com isso, Michael Amott comentou no site da banda que “esse será o primeiro show na Europa após o lançamento do nosso novo álbum”.
Em março de 2008, a banda teve um show filmado, em Tóquio, Japão para o DVD ao vivo “Tyrants of the Rising Sun”.[5] Também participaram da turnê Defenders of the Faith em abril de 2008 com Opeth e DevilDriver, enquanto 3 Inches of Blood abria os shows para eles. Depois, mais uma turnê, a Tyranny and Bloodshred, em maio de 2008, dessa vez com Dark Tranquillity, Divine Heresy e Firewind, a última como suporte.

The Root of All Evil (2009–2010)

Mais tarde, em setembro de 2008, o guitarrista Michael Amott anunciou que a gravação da bateria pro novo álbum estaria quase completa. O álbum teria 12 músicas regravadas da época em que Gossow ainda não era a vocalista, com material pré-datando Sharlee como o baixista. Em 6 de março de 2009, a banda tocou no festival anual Dubai Desert Rock Festival, com as bandas Opeth, Chimaira e Motörhead. The Root of All Evil foi lançado em 28 de Setembro de 2009, seguida de uma turnê na Ásia e Austrália, que ainda levou a banda pela primeira vez à Nova Zelandia.

Khaos Legions (2011)

Durante uma entrevista realizada em Setembro de 2010, Angela Gossow anunciou que a banda voltaria ao estúdio em Dezembro do mesmo ano para a gravação de um novo álbum. Com isso a banda lança o álbum Khaos Legions em maio de 2011, onde contém 16 faixas, sendo uma a música The Zoo, uma cover do Scorpions, que só foi lançada como música bonus no Japão. O primeiro single do álbum foi a música Yesterday Is Dead And Gone

Integrantes

§  Angela Gossow - Vocal

Ex-integrantes

§  Johan Liiva - Vocal (1996–2001)
§  Martin Bengtsson - Baixo (1997−1998)
§  Peter Wildoer - Bateria (1997−1998)
§  Michael San Pablo - Bateria (1998-2000)
§  Fredrik Åkesson - Guitarra (2005-2007)
§  Christopher Amott - Guitarra (1996-2005) / (2007-2012)

Discografia

Álbuns de estúdio
§  Black Earth (1996)
§  Stigmata (1998)
§  Wages of Sin (2001)

Álbuns ao vivo

Compilações

EPs

Compactos


Flávio Alves